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Quem é responsável por supervisionar as atividades de busca e salvamento marítimo, na região de busca e salvamento marítimo do Brasil?
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Nesse contexto, se ocorrer um acidente marítimo nas proximidades do Arquipélago de São Pedro e São Paulo, o Distrito Naval responsável pela coordenação será o
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Na navegação oceânica, são utilizados os três seguintes métodos de navegação:
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Ao elaborar um projeto para a promoção da equidade de gênero numa empresa, o assistente social considerou primordial combater a desigualdade entre homens e mulheres em todos os postos de trabalho e níveis hierárquicos. Para avaliar o alcance do projeto, ele estabeleceu que será necessário verificar se houve a diminuição da discrepância de salários entre homens e mulheres e se houve o aumento do número de mulheres em cargos de liderança na empresa, ao final da sua execução.
No projeto, esses aspectos constituem a
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Uma empresa contratou um assistente social devido aos problemas apresentados pelos empregados, considerando que ele é capacitado para assistir os empregados em suas demandas, adaptando-os ao trabalho, com vistas a um desempenho ótimo.
A ideia de uma habilidade específica do assistente social, capaz de abrir a possiblidade de o indivíduo, mediante a sua intervenção, habilitar-se para uma ação consoante com os objetivos da empresa, está associada à conceituação da(o)
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Considere o texto sobre o direito trabalhista no Brasil.
Atualmente, o maior princípio do direito trabalhista é o protetor, uma vez que o trabalhador, em sua relação de trabalho, assume uma posição inferior e de dependência financeira do empregador. Sendo assim, o direito trabalhista funciona como uma ferramenta para fornecer equilíbrio entre o sujeito contratado e o contratante. No Brasil, a primeira legislação trabalhista foi criada em 1934, no governo de Getúlio Vargas, garantindo aos trabalhadores direitos básicos, como salário-mínimo, jornada de trabalho como conhecemos hoje, de 8 horas diárias, férias e liberdade sindical.
Disponível em: https://ufop.br/noticias/em-discussao/direitos-trabalhistas-historia-politicas-e-reformas. Acesso em: 08 nov. 2023.
Na década de 1940, a legislação trabalhista garantida por Getúlio Vargas foi sistematizada pela implementação da(o)
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Qual é o prazo máximo para que essa CAT seja registrada e encaminhada?
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Qual é o tempo máximo que um motorista profissional pode dirigir, de maneira ininterrupta, veículos de transporte rodoviário coletivo de passageiros ou de transporte rodoviário de cargas?
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Para atender à legislação vigente, o PGR deve conter, no mínimo, os seguintes documentos:
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Quais foram, respectivamente, as taxas de frequência e de gravidade dessa fábrica em março de 2023?
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Brasil, paraíso dos agrotóxicos
O Brasil vive um drama: ao acordar do sonho de uma economia agrária pujante, o país desperta para o pesadelo de ser, pelo quinto ano consecutivo, o maior consumidor de agrotóxicos do planeta. Balança comercial tinindo; agricultura a todo vapor. Mas quanto custa, por exemplo, uma saca de milho, soja ou algodão? Será que o preço de tais commodities compensa os prejuízos sociais e ambientais negligenciados nos cálculos do comércio internacional?
"Pergunta difícil", diz o economista Wagner Soares, do IBGE. A Bolsa de Chicago define o preço da soja; mas não considera que, para se produzir cada saca, são aplicadas generosas doses de agrotóxicos que permanecem no ambiente natural — e no ser humano — por anos ou mesmo décadas. "Ao final das contas, quem paga pela intoxicação dos trabalhadores e pela contaminação ambiental é a sociedade", afirma Soares.
Segundo o economista do IBGE, cada dólar gasto na compra de agrotóxicos pode custar aos cofres públicos 1,28 dólar em futuros gastos com a saúde de camponeses intoxicados. Mas este é um valor subestimado, pois contabiliza apenas os custos referentes a intoxicações agudas.
Seja na agricultura familiar, seja nas grandes propriedades rurais, "os impactos dos agrotóxicos na saúde pública abrangem vastos territórios e envolvem diferentes grupos populacionais", afirma dossiê publicado pela Abrasco.
Não são apenas agricultores e suas famílias que integram grupos de risco. Todos os milhares de profissionais envolvidos no comércio e na manipulação dessas substâncias são potenciais vítimas. E, além deles, "todos nós, diariamente, a cada refeição, ingerimos princípios ativos de agrotóxicos em nossos alimentos", garante uma médica da UFC.
Produtores e especialistas alinhados ao modelo convencional de produção agrícola insistem: sem agrotóxicos seria impossível alimentar uma população mundial em constante expansão. Esses venenos seriam, portanto, um mal necessário, de acordo com esses produtores. Agricultores garantem que não há nenhuma dificuldade em produzir alimentos orgânicos, sem agrotóxicos, para alimentar a população. Segundo eles, "a humanidade domina a agricultura há pelo menos 10 mil anos, e o modelo imposto no século 20 vem apagando a herança e o acúmulo de conhecimento dos métodos tradicionais."
Mas a pergunta que não quer calar é: será que um modelo dito "alternativo" teria potencial para alimentar uma população que, até 2050, deverá chegar a 9 bilhões? Certamente tem muito mais potencial do que o agronegócio que, hoje, não dá conta nem de alimentar 7 bilhões, retrucam estudiosos. Precisamos de outra estrutura agrária — baseada em propriedades menores, com produção diversificada, privilegiando mercados locais e contemplando a conservação da biodiversidade. A engenheira agrônoma Flávia Londres defende que "Monoculturas são grandes desertos verdes. A agroecologia, portanto, requer uma mudança paradigmática no modelo agrário, que resultaria, na verdade, em uma mudança cultural".
(KUGLER, H. Revista Ciência Hoje, n. 296, v. 50. RJ: SBPC. set. 2012. Adaptado.)
De acordo com as regras de concordância nominal da norma-padrão da língua portuguesa, a palavra destacada está empregada corretamente em:
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Brasil, paraíso dos agrotóxicos
O Brasil vive um drama: ao acordar do sonho de uma economia agrária pujante, o país desperta para o pesadelo de ser, pelo quinto ano consecutivo, o maior consumidor de agrotóxicos do planeta. Balança comercial tinindo; agricultura a todo vapor. Mas quanto custa, por exemplo, uma saca de milho, soja ou algodão? Será que o preço de tais commodities compensa os prejuízos sociais e ambientais negligenciados nos cálculos do comércio internacional?
"Pergunta difícil", diz o economista Wagner Soares, do IBGE. A Bolsa de Chicago define o preço da soja; mas não considera que, para se produzir cada saca, são aplicadas generosas doses de agrotóxicos que permanecem no ambiente natural — e no ser humano — por anos ou mesmo décadas. "Ao final das contas, quem paga pela intoxicação dos trabalhadores e pela contaminação ambiental é a sociedade", afirma Soares.
Segundo o economista do IBGE, cada dólar gasto na compra de agrotóxicos pode custar aos cofres públicos 1,28 dólar em futuros gastos com a saúde de camponeses intoxicados. Mas este é um valor subestimado, pois contabiliza apenas os custos referentes a intoxicações agudas.
Seja na agricultura familiar, seja nas grandes propriedades rurais, "os impactos dos agrotóxicos na saúde pública abrangem vastos territórios e envolvem diferentes grupos populacionais", afirma dossiê publicado pela Abrasco.
Não são apenas agricultores e suas famílias que integram grupos de risco. Todos os milhares de profissionais envolvidos no comércio e na manipulação dessas substâncias são potenciais vítimas. E, além deles, "todos nós, diariamente, a cada refeição, ingerimos princípios ativos de agrotóxicos em nossos alimentos", garante uma médica da UFC.
Produtores e especialistas alinhados ao modelo convencional de produção agrícola insistem: sem agrotóxicos seria impossível alimentar uma população mundial em constante expansão. Esses venenos seriam, portanto, um mal necessário, de acordo com esses produtores. Agricultores garantem que não há nenhuma dificuldade em produzir alimentos orgânicos, sem agrotóxicos, para alimentar a população. Segundo eles, "a humanidade domina a agricultura há pelo menos 10 mil anos, e o modelo imposto no século 20 vem apagando a herança e o acúmulo de conhecimento dos métodos tradicionais."
Mas a pergunta que não quer calar é: será que um modelo dito "alternativo" teria potencial para alimentar uma população que, até 2050, deverá chegar a 9 bilhões? Certamente tem muito mais potencial do que o agronegócio que, hoje, não dá conta nem de alimentar 7 bilhões, retrucam estudiosos. Precisamos de outra estrutura agrária — baseada em propriedades menores, com produção diversificada, privilegiando mercados locais e contemplando a conservação da biodiversidade. A engenheira agrônoma Flávia Londres defende que "Monoculturas são grandes desertos verdes. A agroecologia, portanto, requer uma mudança paradigmática no modelo agrário, que resultaria, na verdade, em uma mudança cultural".
(KUGLER, H. Revista Ciência Hoje, n. 296, v. 50. RJ: SBPC. set. 2012. Adaptado.)
O emprego da vírgula está plenamente de acordo com as exigências da norma-padrão da língua portuguesa em: